Compacto de balcão
Menor largura da linha, para cafeteria, padaria, bar pequeno e cozinha de hotel. Entrega natural, gelada e com gás — e é o único formato com tecla de água semi-gaseificada, para quem serve mesa e balcão com a mesma máquina.
Uma máquina ligada à rede de água que purifica, gela e carbonata no mesmo circuito — água natural, gelada e com gás no próprio salão, sem comprar garrafa, sem estoque de caixa e sem PET na mesa. Instalação, gás carbônico, garrafas de vidro, filtro e manutenção entram no mesmo contrato.
Restaurantes · bares · cafés · hotéis · eventos · coquetelaria

O mercado chama o mesmo equipamento por meia dúzia de nomes — gaseificador, carbonatador, saturador, máquina de água gaseificada, dispensador com gás. O que define a categoria não é o nome: é a máquina estar ligada direto à rede de água e produzir em fluxo contínuo, em vez de carbonatar uma garrafa por vez.
São quatro etapas, e a ordem entre elas é o que quase toda proposta do mercado trata como detalhe.
Carbonatar água ruim só entrega água ruim com bolha. A filtragem vem antes de tudo: retenção de partículas, redução de cloro livre e a barreira de ultrafiltração. O que sai do carbonatador é exatamente o que entrou nele — mais gás.
Gás carbônico dissolve muito melhor em água fria do que em água morna. Por isso a refrigeração não é um conforto que vem junto: é pré-requisito da carbonatação. Uma máquina que não sustenta a temperatura no pico do serviço entrega gás no primeiro copo e água quase parada no décimo.
No carbonatador, gás carbônico de grau alimentício é dissolvido na água gelada sob pressão. O nível de gás é regulável — a mesma casa pode querer perlage fina para a mesa e algo mais agressivo para o balcão.
Não há estoque de água com gás: a carbonatação acontece na hora, no ponto de saída. É a diferença que o cliente sente na mesa — a garrafa não passou semanas em um depósito perdendo gás por uma tampa que nunca foi perfeita.
O diagnóstico completo de por que a perlage some — e por que quase nunca é falta de CO₂ — está em por que a água com gás sai chocha. A física da refrigeração que sustenta tudo isso está em banco de gelo e o pico do almoço.
O porte sai do pico de consumo; o formato de saída sai de como a casa serve. São decisões separadas, e confundir as duas é o erro de especificação mais comum deste mercado.
Menor largura da linha, para cafeteria, padaria, bar pequeno e cozinha de hotel. Entrega natural, gelada e com gás — e é o único formato com tecla de água semi-gaseificada, para quem serve mesa e balcão com a mesma máquina.
Saída mecânica, com presença de balcão. Faz sentido quando o equipamento é parte da cena do salão e quem serve controla a dose pelo olho e pela mão.
Dose programada por botão: a mesma garrafa em toda mesa, sem depender de quem está servindo. É o formato de quem padroniza serviço e quer previsibilidade de consumo.
Qual dos dois formatos de saída faz sentido para a sua casa: torneira de chopeira ou botoeira. E por que padronizar a dose muda a conta do serviço: portion control e a garrafa padronizada.
O gás carbônico entra no mesmo contrato do equipamento: a casa não procura fornecedor de CO₂, não controla estoque de cilindro e não negocia troca. O que fica com a equipe é o manuseio correto, e ele é simples desde que tratado pelo que é — um recipiente sob pressão. Cilindro em pé e preso, longe de fonte de calor, em local ventilado, movimentado sem rolar e com a válvula protegida. O treinamento da casa faz parte da instalação.
O procedimento completo, incluindo o que fazer numa troca no meio do serviço: o cilindro de CO₂, manuseio e segurança.
Água com gás é o item de bebida com a pior relação entre espaço ocupado e valor entregue em quase toda casa: chega de caminhão, ocupa depósito, precisa ser gelada com antecedência, volta como casco ou vira plástico, e ainda assim serve uma mesa por vez. Uma máquina ligada à rede transforma tudo isso em um ponto de saída no salão.
O custo que não aparece na nota fiscal da água engarrafada está em o custo invisível da água engarrafada e em o metro quadrado mais caro da casa. Para estimar o que muda na sua operação, o simulador de economia faz a conta com os seus números.
O mesmo equipamento resolve problemas diferentes conforme a casa. Cada página abaixo trata de um deles com o detalhe que ele merece.
A página-mãe: o que é um purificador profissional, como dimensionar pelo pico e o que entra na locação.
Ver a página →filtro de água para restauranteOs estágios de filtragem, o que cada um resolve e quando o filtro basta — ou quando ele não é o equipamento certo.
Ver a página →purificador de água para hotelHotel não tem uma operação de água, tem quatro: restaurante, quarto, eventos e equipe. Cada uma pede uma resposta.
Ver a página →purificador de água para barGelo, diluição, água com gás e o balcão como cena. O que o bar precisa da água antes de precisar do drink.
Ver a página →purificador de água para cafeteriaDureza, TDS e cloro decidem o sabor do café antes do grão. E decidem também quanto dura a máquina.
Ver a página →